segunda-feira, 24 de julho de 2017

Espada de Vidro - Resenha

Olá leitores!

Hoje vim fazer resenha do segundo livro da série A Rainha Vermelha mas a unica coisa que consigo pensar é: CARACA!

Quando você pensa que não pode piorar, piora. Cada acontecimento te pega de surpresa e tentar prever os próximos passos da nossa Garota Elétrica é inevitável.

Depois de sair viva do Ossário, Mare e Cal são levados por Farley para as ruínas de Naercey onde são atacados pelos soldados de Maven. Na fuga Mare descobre quão desagradável é sair saltando com Shade e como é ficar num submarino (pela descrição é horrível). 

O submarino leva Mare, Kilorn, Farley, Cal, Shade e os outros para uma ilha onde o capitão Farley (pai da nossa rebelde Farley) esconde os vermelhos. Nessa ilha Mare vai rever a família, vai ser presa com Cal e resgatada para que junto com seu irmão, Farley e Kilorn partam em busca daqueles que são como ela e Shade, os sanguenovos.

Cada sangue novo que se junta a equipe é maravilhoso (sério!). Cada um que se juntava eu pensava: queria ter esse poder! hahahahah... Mas como nem tudo são flores e como Maven não dorme em serviço, Mare encontra corpos e bilhetes doentios no caminho. O rei quer que ela se renda, mas todos aqui sabemos que essa não é uma opção para a senhorita Barrow.

Durante as buscas (bem no começo na verdade) o livro começou a ficar maçante. Contudo isso não durou muito mais que duas páginas porque Maven encontrou Mare e conseguiu deixar sua marca na pele da jovem (a marca é um "M" o que me fez pensar em Zorro, só que do mal - não sei se a autora percebeu ou se a referência foi proposital, mas eu vi!). Depois desse encontro tudo fica mais intenso: as batalhas, os sentimentos e a falta de tempo.

Avisados por um sangue novo (que eu sinceramente ODEIO!), Mare ataca uma prisão secreta onde Maven mantem os sanguenovos que conseguia capturar antes de Mare (para que Elara "trabalhasse" neles) e os prateados que se manifestam contra as decisões tomadas pela coroa (entre eles Julian Jacos e Sara Skonos). Nessa invasão Mare vai conseguir um grande feito, mas vai pagar por ele com a vida de uma pessoa muito querida (devo me manifestar aqui e dizer o quanto fiquei triste e revoltada com o que aconteceu!).

Victoria Aveyard é brilhante de muitas maneiras. Sua escrita é fantástica. O enredo cativa, nos prende, tira o fôlego e causa uma revolta sem fim. Assim como Maven fez com Mare, Victoria colocou uma "coleira" no sentimentos dos leitores e agora os exibe por ai. É simplesmente impossível terminar esse volume sem chorar por pelo menos um personagem e ficar se perguntando o que virá a seguir.

terça-feira, 4 de julho de 2017

A Rainha Vermelha - Resenha

O que falar de um dos melhores livros de ficção/fantasia dos últimos tempos? (Pelo menos na minha opinião).

Em A Rainha Vermelha vamos conhecer Mare Barrow, uma jovem de sangue vermelho que está conformada com o fato de que em um ano irá ser convocada para ir para uma guerra inútil, assim como seus irmãos tinham sido para lutar por aqueles que tem sangue prateado.

Sua aceitação é abalada quando o mestre de Kilorn, seu melhor amigo, morre. O jovem perde o emprego e em apenas alguns dias será convocado para a guerra.

Mare tenta ser firme e busca um jeito de livrar o jovem Kilorn de seu destino. Em sua busca, ela conhece a contrabandista Farley (que é muito mais do que uma contrabandista) que topa levar Kilorn por um preço exorbitante. Nossa protagonista sabe que será inevitável mas mesmo assim tenta e isso acaba por custar o emprego e a mão de sua irmã.

Na mesma noite em que a confusão com sua irmã no mercado acontece, o ultimo dia para que Mare entregasse a Farley o dinheiro, a jovem sai para fazer o que está habituada: bater carteiras na porta de um bar. Lá ela é surpreendida por Cal, um cara aparentemente rico e que trabalha no palácio. Porem Cal não é ninguém mais ninguém menos de que o príncipe herdeiro que está ali, disfarçado para ver e conhecer mais de seu reino. No dia seguinte Mare descobre que Cal arranjou-lhe um emprego no castelo, fato este que faz com que a mãe da jovem finalmente se orgulhe dela.

Uma vez no castelo, Mare se vê obrigada a servir as grandes famílias prateadas que estão ali para a grande prova real. A prova que elegerá a filha mais talentosa para se casar com o príncipe, o homem mais rico. Mas a prova não é isso que você está pensando não. Não tem nada haver com o concurso de miss universo. Na grande prova real as candidatas devem mostrar o controle de seus poderes - poderes estes que são uma das coisas que diferenciam os prateados dos vermelhos.

Durante a prova real algo surpreendente acontece e Mare, a corte e todo o reino descobrem que Mare não é uma vermelha comum. Ela tem um poder e é mais forte do que pode imaginar. Vivendo na corte, por trás de uma cortina de mentiras, Mare se junta a Guarda Vermelha (um grupo revolucionário que luta por liberdade e igualdade) e descobre que todo mundo pode trair todo mundo.